quinta-feira, 30 de abril de 2009

Não... não posso...

Rostos à partida dissimulados
Palavras sinceras compartilhadas
Textos que se comentam
De belos poemas postados
Amigos que se vão conhecendo
Na partilha das letras interessados
Amizades que vão crescendo
Íntimos desejos despoletados
Paixões não correspondidas
Corações tristes e desolados
Tímidos sorrisos as duvidas vão disfarçando
Amizades que se julgam perdidas
Medos e desencantos que vão aumentando
Arrependimentos que invadem o sentimento
O amigo julga-se ter-se quiçá chocado
E a confiança dele ter-se assim defraudado

Não… não posso, esse teu lindo sonho alimentar
Mas também não posso só por isso mal te julgar
Não… não quero, essa tua pura e genuína amizade perder

Vamos a nossa cúmplice amizade sem mácula perpetuar
E sem rodeios vamos dizer tudo aquilo que nos apetecer
Sem receios dos nossos puros sentimentos poder desabafar


Sempre teu incondicional amigo.
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Amândio Soares (apollo11)

1 comentários:

Lice Soares disse...

Bonitos e sinceros os teus versos como também deve ser a amizade.É sempre bom ter amigos e ouvir falar sobre eles é lindo. Parabéns.

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